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Economia

Cláudio Castro pede alterações no projeto sobre renegociação da dívida dos Estados com União | Política

Por Milkylenne Cardoso 17 de julho de 2024
Cláudio Castro pede alterações no projeto sobre renegociação da dívida dos Estados com União | Política

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), reuniu-se com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para negociar alterações no projeto de lei que cria o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).

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Castro propôs que o valor de diminuição de um a três pontos percentuais na taxa de juros possa acontecer de maneira mais abrangente, não apenas através da federalização de ativos, mas também através de investimentos. Além disso, o governador sugeriu que investimentos obrigatórios em saúde e educação contem para o abatimento dos juros da dívida. Segundo ele, Pacheco e o relator da matéria, Davi Alcolumbre (União-AP), sinalizaram positivamente para debater a ideia.

“No caso do Rio de Janeiro, por exemplo, é diferente de Minas. Para a gente interessa ser 2% para tudo e não 1% para cada um. Porque a gente não tem tantos ativos. E que investimentos obrigatórios em saúde e educação, dentro dos índices, também fossem contados. Que a gente não ficasse só tendo que gastar dinheiro novo”, afirmou. “O presidente Davi falou que acha que é uma proposta boa”, acrescentou Castro.

No dia 9 de julho, Pacheco apresentou o projeto de lei complementar com novas regras para o pagamento da dívida dos Estados com a União. A iniciativa altera o indexador e prevê que o valor principal da dívida, em torno de R$ 700 bilhões, deverá ser congelado e parcelado em 30 anos. A maior parte dos débitos são de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

O indexador de correção da dívida poderá ser reduzido de IPCA mais 4% para apenas IPCA. Os juros poderão ser abatidos em até dois pontos percentuais com a entrega de ativos. Para isso será preciso que o valor seja superior a 20% do valor total da dívida. Caso o montante fique entre 10% e 20% o abatimento é de um ponto percentual.

A proposta também prevê a dedução de um ponto percentual se o valor correspondente for revertido em investimentos no próprio Estado, nas áreas de educação, infraestrutura e segurança pública e outro ponto percentual destinados ao Fundo de Equalização Nacional, que atenderá a todos os entes federados, inclusive os não endividados.

O governador sugeriu novamente à cúpula do Congresso a inclusão de recursos do Fundo de Desenvolvimento Regional, estabelecido na proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária, no abatimento das parcelas dívida dos estados.

“Nós temos algumas propostas, como o Fundo de Desenvolvimento Regional, poder ser utilizado numa primeira hora para que haja um abatimento da dívida, até porque a gente transformaria esse abatimento num dinheiro na prática muito maior, uma vez que esses juros não mais incidiriam naquele valor’, declarou.

Outra mudança proposta por Castro é de que o novo indexador da dívida dos Estados seja utilizado no Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e todos os tipos de renegociação dos passivos dos entes com a União.

“A gente está pedindo que isso seja inserido inclusive dentro do regime para os estados que estão fora e para os estados que estão dentro. Que seja uma nova regra para todos que tem dívidas, independente se tem regime ou não”, argumentou Castro.

O governador defendeu junto à Lira e Pacheco o avanço de uma proposta do Cosud (Consórcio de Integração Sul-Sudeste) que proíbe a soltura em audiência de custódia para criminosos reincidentes. Segundo Castro, ambos se comprometeram em avançar no debate da pauta.

Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, em evento no Palácio da Guanabara, no Rio — Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Fonte: valor.globo.com

Milkylenne Cardoso 18 de julho de 2024 17 de julho de 2024
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