
O título brasileiro da produção italiana “Rapito” é um cadinho enganador. “O Sequestro do Papa” dá a entender que o filme contará a história de um papa sequestrado, quando, na verdade, o papa, aqui, é o sequestrador. O novo longa-metragem do veterano Marco Bellocchio, destaque da competição do Festival de Cannes no ano passado, é inspirado em um dos tantos episódios de violência e abuso conduzidos pela Igreja Católica durante a Inquisição da era moderna (já em seus estertores).
