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Economia

Crédito imobiliário cresce 30% no 1º semestre, puxado por recursos do FGTS | Finanças

Por Milkylenne Cardoso 24 de julho de 2024
Crédito imobiliário cresce 30% no 1º semestre, puxado por recursos do FGTS | Finanças

Os financiamentos do setor imobiliário somaram R$ 149 bilhões no primeiro semestre deste ano, alta de 30% em relação ao mesmo período de 2023, informou a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

O crédito imobiliário com recursos da poupança, parte do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), chegou a R$ 82,1 bilhões nos primeiros seis meses de 2024, uma elevação de 7% sobre o mesmo período do ano anterior. Já os financiamentos pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) atingiram R$ 67,2 bilhões, com alta de 75% nessa comparação, refletindo a retomada do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), de acordo com a Abecip.

Para 2024 como um todo, a entidade prevê um crescimento de 7,6% nos financiamentos com recursos da poupança, da ordem de R$ 164 bilhões. Segundo a associação, se concretizado o volume ficará entre os três melhores resultados da história, obtidos em 2021 e 2022.

Para os financiamentos com recursos do FGTS, a Abecip trabalha com o orçamento do conselho curador de R$ 106 bilhões, que devem ser liberados. “Entretanto, visto o forte desempenho das contratações neste 1º semestre, existe a possibilidade de suplementação do orçamento para viabilizar a manutenção dos volumes financiados no restante do ano”, afirma em nota a associação.

Confirmadas as projeções, o volume total dos empréstimos (SBPE mais FGTS) deverá atingir cerca de R$ 270 bilhões para 2024, alta de 7,8% sobre o aplicado em 2023, segundo a Abecip.

A poupança, principal fonte de financiamento para o crédito imobiliário, teve saídas líquidas de R$ 8,1 bilhões no primeiro semestre de 2024. Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), esse resultado poderia ter sido mais danoso, mas foi atenuado pelo desempenho da captação líquida em maio e junho. Com isso, o saldo da poupança finalizou o semestre com crescimento de 3,3% em relação ao mesmo período de 2023.

Segundo Sandro Gamba, presidente da associação, dadas as condições de captação por parte da poupança, outras fontes de recursos para o crédito imobiliário tiveram crescimento importante, como a Letra Imobiliária Garantida (LIG) e a Letra de Crédito Imobiliário (LCI).

“A LIG, por exemplo, com saldo de R$ 117 bilhões em junho de 2024, mostrou crescimento de 13% comparado a junho do ano passado, e a LCI, com saldo de R$ 363 bilhões, registrou aumento de 20%”, disse.

O presidente da Abecip ressaltou, que após as medidas de restrição aos títulos isentos do Conselho Monetário Nacional, no final de janeiro, as LCIs e LIGs tiveram reduções importantes das emissões, o que deve diminuir as participações no conjunto de fontes de recursos para o crédito imobiliário.

“Depois da poupança, a fonte de recursos para o crédito imobiliário com o custo mais adequado é a LCI, por isso a importância de mantê-la atraente para o investidor”, disse Gamba.

Fonte: valor.globo.com

Milkylenne Cardoso 24 de julho de 2024 24 de julho de 2024
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