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Economia

Dólar acima de R$ 5,60 não barra internacionalização de capital de longo prazo, avalia Avenue | Finanças

Por Milkylenne Cardoso 24 de julho de 2024
Dólar acima de R$ 5,60 não barra internacionalização de capital de longo prazo, avalia Avenue | Finanças

A desvalorização do real ante o dólar, com a moeda americana cotada acima dos R$ 5,60, não deve ser um impeditivo para a tendência de diversificação internacional do brasileiro, segundo Roberto Lee, fundador e executivo-chefe (CEO) da corretora americana Avenue.

“O dólar pode ser caro para aquele dinheiro tático, que vai para fora esperando voltar com a oportunidade de apreciação, mas para o recurso típico de preservação de capital, ele vai justamente porque o dólar está se apreciando e o real perdendo valor. Os investidores começam a perceber que se não se protegerem em dólar não vão manter seu estilo de vida”, disse Lee em evento da Avenue, dedicado ao tema, em São Paulo.

Segundo o executivo, de forma geral, o consumidor brasileiro é mais parecido com o europeu, o americano na forma de se vestir, de se divertir, se equipar tecnologicamente ou consumir entretenimento. “Quando a moeda se descola desse estilo de vida, ele perde poder de compra. O efeito cambial para esse patrimônio é menos sensível a risco em relação àquele que sai pensando em voltar.”

Roberto Lee , sócio-fundador e CEO da Avenue — Foto: Leo Orestes/G.Lab

Para Carlos Ambrósio, sócio da Avenue, diferentemente de quando compra BDRs (recibos de ações estrangeiras negociadas na B3) e fundos globais, quando faz o investimento direto e toma a decisão de remeter os recursos, o brasileiro passa a olhar o retorno em dólar, sai da tentação de comparar com a carteira local. “Isso tira ruído do caminho e ele aprende a fazer poupança para preservação de longo prazo em moeda forte.”

Lee acrescentou que mesmo a opção mais conservadora do planeta, os títulos de dívida soberana dos Estados Unidos, no enquadramento de perfil de risco acabam enquadrados como se fossem bolsos mais agressivos por causa da volatilidade da moeda.

É com essa mudança de comportamento que a Avenue ambiciona liderar a jornada da internacionalização, que estima representar R$ 1 trilhão em ativos de brasileiros no exterior em cinco anos. “Uma corretora de investimentos tem dois tipos de bolso: o mais tolerante a risco e o de preservação de capital, o dinheiro das famílias brasileiras que não podem perder seus recursos, são mais intolerantes.” Sem conversar com esse público, a casa não teria como encabeçar esse movimento.

A primeira etapa, disse, foi criar a oferta, dando acesso para o capital mais volátil, com preços acessíveis e agilidade que não se via no passado para abertura de contas, fechamento de câmbio e remessas. Para o dinheiro de preservação de patrimônio, é preciso capacidade de assessoria financeira, relacionamento e solidez. Hoje, a rede de assessorias conectadas à plataforma soma 500 escritórios, com cerca de 9 mil profissionais que falam do investimento offshore.

A associação com o Itaú Unibanco, em meados de 2022 – com a venda de 35% do negócio, mas prevendo a cessão do controle em dois anos – trouxe a chancela institucional para liderar a convsersa ao lado de uma instituição financeira gigante, disse Lee. “Isso acelera as engrenagens com o banco.” O Itaú desembolsou R$ 160 milhões numa tranche primária, com o restante, R$ 333 milhões previstos para o bolso dos acionistas.

O executivo lembrou que quando a Avenue ficou operacional, o tíquete médio não passava de US$ 1,5 mil, e que o público típico era o jovem que queria comprar ações da Apple. A oferta era composta apenas por produtos listados, entre ações e fundos de índice. Hoje, 90% da custódia está nas mãos de investidores com mais de US$ 10 mil e o tíquete médio chega a US$ 60 mil nas safras mais recentes. Cerca de 80% da alocação vai para fundos e ativos de renda fixa. Nas carteiras mais conservadoras, a fatia no exterior começa em 15%, caminhando para 20% a 30% rapidamente. A conta do R$ 1 trilhão considera essa fatia.

Fonte: valor.globo.com

Milkylenne Cardoso 24 de julho de 2024 24 de julho de 2024
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