
A varejista francesa teve vendas de 40,6 bilhões de euros entre janeiro e junho, uma queda de 0,3% em um ano. Organicamente, retirando efeitos cambiais, as vendas subiram 12,1% no período, sustentados pelo desempenho da América Latina.
“Em um cenário econômico ruim, o Carrefour conseguiu entregar bons resultados nos seus principais mercados”, diz Alexandre Bompard, diretor-presidente do Carrefour, em nota.
A companhia destaca a aceleração no seu processo de expansão na França, alcançando sua maior participação de mercado desde 2012. No Brasil, a empresa se beneficiou da recuperação nas vendas do Atacadão e das sinergias vindas do Grupo Big.
A diferença entre o lucro real da empresa e o ajustado acontece por efeitos do aumento expressivo nas despesas financeiras em meio à volatilidade do peso da Argentina, afirma o Carrefour.
A empresa vê a segunda metade de 2024 com perspectivas positivas e reiterou suas metas, incluindo as de crescimento no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) e no lucro operacional recorrente.
