
A Pague Menos registrou um lucro de R$ 32,5 milhões no segundo trimestre, revertendo o prejuízo de R$ 37,3 milhões apresentado um ano antes.
Na mesma base de comparação, as receitas cresceram 10,6%, para R$ 3,14 bilhões.
A expansão total de vendas foi de 12,2%, puxada principalmente pelo incremento de lojas maduras de 10,3%.
O crescimento mesmas lojas (SSS) foi de 11,4% no trimestre, acelerando 1,8 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre anterior, sendo que a Pague Menos registrou um SSS de 10,5% e a Extrafarma, de 15,8%.
O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado somou R$ 176,9 milhões, uma alta anual de 15,7%.
As despesas gerais e administrativas chegaram a R$ 90,5 milhões, 11% acima das reportadas um ano antes. Já a dívida líquida ficou em R$ 1,35 bilhão, queda anual de 1,5%, resultando em uma relação dívida líquida sobre Ebitda de 2,5 vezes, abaixo dos 3,1 vezes de um ano atrás.
A Pague Menos atualizou sua projeção de captura de sinergias com a Extrafarma até o fim de dezembro, passando para a faixa de R$ 195 milhões a R$ 260 milhões em Ebitda incremental, em bases anuais, ante a faixa anterior de R$ 180 milhões a R$ 275 milhões.
De acordo com a companhia, a revisão incorpora a inflação acumulada no período, desde a data de divulgação da projeção original.
Além disso, a companhia também revisou a projeção de índice de endividamento líquido, medido pela razão entre a dívida líquida e o Ebitda ajustado acumulado em 12 meses, saindo de “até 1,7 vez” para “até 2,0 vezes” ao final do ano.
“A revisão da projeção foi motivada pelas mudanças no cenário macroeconômico ocorridas desde a data da projeção original, bem como, atualização no planejamento orçamentário e fluxo de caixa das operações da companhia previstos para os próximos trimestres”, afirmou a Pague Menos.
