
Visualize um cenário em que homens que têm filhos – biológicos ou por adoção – podem tirar o mesmo tempo de licença que as mulheres quando se tornam mães. Visualizou? Não sei o que veio à sua mente, mas não estamos falando de nenhum país nórdico. Essa já é uma realidade em algumas empresas com atuação aqui mesmo, no Brasil.
