
O tom mais duro utilizado por autoridades do Banco Central (BC) nos últimos dias, em especial pelo diretor de política monetária, Gabriel Galípolo, reforçou a percepção dos agentes financeiros de que a Selic vai voltar a subir no curto prazo. Ainda que os preços dos ativos já incorporassem a perspectiva de uma retomada do aperto monetário, o movimento ficou ainda mais claro no fechamento da sexta-feira, e a alta da taxa de juros passou a fazer parte do cenário-base de um número ainda maior de instituições importantes do mercado.
